Publicado por: sadeckgeo | maio 13, 2016

João Almiro fala sobre o curso de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura – UFRA

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Hoje a postagem é na verdade uma conversa com nosso amigo e coordenador do curso de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura (ECA) da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), João Almiro Corrêa Soares. O João é formado de Geologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA), onde também fez sua Especialização em Sensoriamento Remoto e é Mestre em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Essa entrevista demorou pra sair, mas enfim… aqui está!

João, a ideia aqui é que possamos conversar um pouco sobre o curso de ECA da UFRA e ter um panorama geral para nossos leitores. Então vou começar com algumas perguntas e vamos desenvolvendo a conversa, certo? Se você quiser englobar mais pessoas na conversa fique a vontade.

SG: Sadeckgeo

JA: João Almiro

SG: O que te motivou a lutar por esse curso (ECA)?

JA: Vários aspectos foram importantes, pontos motivadores e justificaram em nosso Projeto Pedagógico a criação de curso:

  1. i) a inexistência desta formação superior na Região Norte do Brasil;
  2. ii) a carência de profissionais na área – a falta de corpo técnico com as características do perfil do Engenheiro e Cartógrafo e Agrimensor, e atribuição legal, dificultam a geração de conhecimento para a conservação, desenvolvimento, gestão na região;

iii) a enorme necessidade de mapeamentos cartográficos e levantamentos terrestres em todos os níveis e em todas as regiões do país, especialmente na Amazônia;

  1. iv) forte demandas por alimentar, atualizar e gerir os Sistemas e Cadastros de dados Geoespaciais: Cadastro Nacional de Imóveis Rurais; Sistema Geodesico Brasileiro; Sistema Nacional de Informações do Meio Ambiente; dentre outros;
  2. v) a grande carência de informações espaciais para a tomada de decisões sobre os problemas urbanos, rurais e ambientais, e que possam subsidiar mecanismos de gestão como: Plano Diretor, Estatuto das Cidades, Zoneamento Ecológico Economico e projetos de Lei sobre responsabilidade territorial e sistemas de cadastro multifinalitário;
  3. vi) necessidades em implantar e atualizar sistemas de informações georreferenciadas em diversos setores da sociedade local;

vii) a evolução tecnológica viabilizou a elaboração de cartas em escalas grande, maiores que 1:25.000, a partir de imagens de sensores de alta resolução, assim como a produção de cartas topográficas em larga escala. Porém em um país com a extensão territorial do Brasil, o volume de informações a serem produzidas é gigantesco;

vii) se estivermos falando nas demandas em escalas para mapeamento urbano, em vários áreas de aplicação, as exigências demandam a sistematização de mapeamentos em escalas maiores que 1:5.000, com altas precisão e acurácia.

Todos esses pontos, acima levantados, aproxima ainda mais do perfil de formação  implementado no curso de Engenharia Cartográfica e Engenharia de Agrimensura.

SG: Como foi o processo para conseguir colocar esse curso na UFRA? Digo o trâmite legal que deve envolver o MEC e outros.

JA: A UFRA como Universidade Federal possui autonomia para criar cursos, dentro de um planejamento estratégico e do seu plano de expansão. O primeiro passo foi elaborar um Projeto Pedagógico de Curso (PPC) consistente e alinhado ao Projeto Pedagógico Institucional e as diretrizes do MEC, considerando as atribuições legais da profissão.

No inicio foi criada uma comissão de docentes da UFRA para estudar a viabilidade (corpo docente atual e necessidade de concurso, infraestrutura necessária,  entre outras), pensar no perfil profissional a ser formado e elaborar o documento final do PPC. A partir disso, a UFRA elaborou a proposta oficial do curso que foi submetido a uma Audiência Pública no dia 24 de setembro de 2012, onde estiveram presentes dezenas de instituições e representantes da sociedade civil, que inclusive puderam contribuir amplamente com a proposta do novo curso da UFRA.

Após os ajustes no PPC, a partir das sugestões da audiência pública, o mesmo foi submetido para aprovação do conselho superior da UFRA para em seguida ser cadastrado no sistema E-MEC do Ministério da Educação.

Vale lembrar que no terceiro ano do curso, receberemos a visita in loco dos avaliadores do MEC para consolidar o processo final de Reconhecimento do Curso, ao qual será atribuída uma nota de zero a cinco, com base nas dimensões estabelecidas para avaliação de curso.

SG: Nos itens iv, v e vi da sua primeira resposta você coloca bem a responsabilidade social do curso em contribuir com diversos setores, isso já está acontecendo e de que forma?

JA: Sim, com certeza!

Muitos dos nossos alunos tem sido convidados para estágios em organizações importantes com atuação na área especifica e em outras. Este fato ajuda a minimizar a evasão escolar, melhorar as condições de vida e manutenção dos mesmos na universidade. Um fato interessante é o grande número de alunos com estágios, possibilitando que a ECA seja um dos cursos com mais alunos estagiando da UFRA.

Outro aspecto a se relatar, tem sido a consolidação progressiva da UFRA como umas das instituições de referência em ciências cartográficas e geotecnologias na região, o que tem atraído muitas pessoas e entidades em busca de serviços grátis nesta área.

SG: Encontrar profissionais (Professores) com DR em Eng. Cartográfica para ministrar as disciplinas está sendo uma dificuldade para o curso?

JA: Grande dificuldade! Principalmente na área especifica de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura. Não existe este perfil disponível no Brasil, muito menos na região. Tivemos dois concursos sem inscritos. Então tivemos que reformular as exigências para contratar Mestre. Desta forma, temos conseguido atrair profissionais de outros centros para a Amazônia. Umas das soluções é investir no aperfeiçoamento dos professores que são contratados.

SG: Tem perspectiva de novos concursos?

JA: Sim, devemos buscar perfis direcionados a algumas áreas que ainda temos carência na UFRA e na Amazônia como um todo, por exemplo: Geodésia, Aerolevantamentos e Fotogrametria, Ajustamento e Astronomia, Cartografia Urbana, Modelagem de Superfície, Sistemas Ativos, Banco de Dados Espaciais, entre outras áreas de geotecnologias aplicadas.

SG: Hoje qual a infra estrutura que se tem no curso no que tange a equipamentos?

JA: Atualmente, já temos todos o laboratórios instalados relacionados aos ciclos básicos de formação em engenharia, como os laboratórios de física, química, informática e programação, geologia, desenho técnico, entre outros. Também já temos consolidados os laboratórios de Geoprocessamento e Sistema de Informação geográfica. Em 2014 fizemos a aquisição de todos os equipamentos necessários para levantamentos terrestres, consolidando o Laboratório de Geodésia e Topografia. Neste momento o nosso Reitor está se empenhando em viabilizar a aquisição dos equipamentos para a consolidação dos Laboratórios de Aerolevantamento de Fotogrametria, Processamento de Imagens e Cartografia. Estamos investindo cerca de 1 milhão e meio de reais em equipamentos.

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SG: Eu vi que vocês testaram alguns vants… A que conclusão chegaram? Dados de LIDAR e RADAR já estão sendo usado no curso?

JA: Vemos a utilização de Vants e quadricopteros portando câmeras como altamente potenciais para mapeamento cartográfico. Pretendemos consolidar a formação do profissional envolvendo todo o processo cartográfico, desde aerolevantamento com plataformas vants (com planejamento de voo e levantamento em si), passando pelo apoio terrestre básico e suplementar apoiado pelos levantamentos terrestres com RTK e ainda a utilização de Lidar para gerar o modelos de digitais de elevação e terreno, que por sua vez apoiarão o processo de geração de ortoimagens, continuando com o processo de restituição planialtimétrica com estações fotogramétricas, finalizando com os processos de reambulação e edição cartográfica. Assim, fecharíamos um ciclo de formação integrada com apoio dessas tecnologias.

O RADAR também será muito importante neste processo, principalmente pela peculiaridade da região amazônica e por ser altamente promissor em termos de penetração ao dossel florestal e mapeamentos 3D.

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SG: Com tantos dados sendo adquiridos de diversas formas, como preparar o aluno para essa nova configuração da geoinformação?

JA: Um grande desafio! Sabemos que as novas tecnologias são importantes e que o mercado de trabalho irá exigir, cada vez mais, o domínio de novas tecnologias, inovação e capacidade de manipulação de grande volume de dados. Entretanto, a nossa premissa de ensino, além de envolver a utilização de novas tecnologias (drones, satélites, estação total robóticas, sistemas RTK, estações fotogramétricas, dentre outras), também passa pela utilização de técnicas tradicionais de aprendizagem, tal como o levantamento utilizado bússola e trenas, teodolito convencional e cadernetas, com exercícios por meio de cálculos tradicionais para definição de medidas angulares, áreas, distâncias, etc. Não podemos permitir que apenas os modernos equipamentos obtenham os parâmetros (cálculos) de forma automática, sem que o aluno entenda plenamente o que ocorre matematicamente em torno de um levantamento.

SGComo anda o mercado para o Eng. Cartógrafo aqui na nossa região e o que ele tem procurado?

JA: Eu diria que a falta do profissional na região causa a retração natural no mercado. Muitas instituições deixaram de fazer concursos para esta carreira por não haver candidatos para vagas, principalmente onde não existe cursos de formação. Diversos setores poderiam estar usufruindo imensamente dos serviços deste profissional, por exemplo as prefeituras que poderiam implementar sistemas de arrecadação a partir da geração de cartografia urbana e cadastro de imóveis. O mercado de serviço também é muito promissor,  sobretudo nas atividades ligadas a projetos de engenharia, georreferenciamento de imóveis rurais, suporte ao desenvolvimento de sistemas que utilizam geolocalização,  monitoramento agrícola e florestal, projetos para licenciamento, entre muitas outras atividades.

SGComo estão as buscas pelo curso no vestibular?

JA: Excelente! O ingresso no curso se dá através do SISU e a procura tem sido bastante satisfatória nos últimos anos. Não só a busca pelo curso é alta, apesar de ser um curso novo na região, mas também o índice de abandono tem sido baixo. O curso de Eng. Cartográfica e de Agrimensura possui uma das menores taxas de evasão da UFRA.

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SG: Sabemos que nas ciências você pode seguir vários caminhos… Pensando nisso, qual a vertente mais forte do curso? Geodésia, Geoinformação, Programação, Web…

JA: A ideia é proporcionar ao egresso uma formação plena e com grande amplitude nas ciências cartográfica e geotecnologias como um todo. Penso que devemos formar profissionais que deverão ajudar no desenvolvimento e conservação da região. Para isso, o Eng. Cartógrafo e Agrimensor deverá possuir forte embasamento de engenharia e amplo domínio em todas as subáreas da profissão.

SG: Já faz um tempo saiu um artigo na EXAME que dizia que em menos de 20 anos as atividades dos Eng. Cartógrafos seriam substituídas por algoritmos e maquinas em aproximadamente 88%. Como você vê esse apontamento e qual o recado para os que estão chegando nessa área?

JA: Penso que o profissional de engenharia com boa formação técnica, cidadã e ética, será capaz de entender a dinâmica de transformação tecnológica, os impactos no mercado de trabalho e as novas necessidade da sociedade; e poderá se adaptar as novas formas de gerar e manipular a geoinformação. Vale ressaltar que para que os algoritmos sejam eficazes neste tipo de tarefa, um profissional precisar ajudar a modelar as regras para as formas automatizadas. Acredito que essa seja uma vertente de oportunidade ao Engenheiro Cartógrafo e Agrimensor.  

SG: Tá rolando ai algumas questões como a Política Nacional de Geoinformação e a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais, como vocês estão discutindo isso no curso?

JA: Acredito que a PNG precisa ser melhor discutida entre os mais variados atores, envolvendo não só a iniciativa privada, mas as universidades que formam recursos humanos e instituições publicas e ONGs que atuam na área. O processo poderia ser conduzido pela Concar, IBGE, INPE, dentre outras importantes instituições que possam formular essa politica, além de ser assumido pelo Congresso Nacional. A INDE faz parte desse processo, pois materializa uma politica necessária de compartilhamento de informações confiáveis. Podemos dizer que o Brasil além de possuir poucas informações provenientes de mapeamentos oficiais, as mesma ainda possuem escalas defasadas e inapropriadas para projetos de desenvolvimento. Precisamos de politicas que regulamentem melhor a geração da geoinformação, bem como ferramentas que favoreçam a organização, otimização e democratização dessas base de dados.

SG: Eu sei que a questão é muito recente, mas como o curso pode se beneficiar com o novo marco legal para ciência e tecnologia?

JA: Penso que irá favorecer a integração e as parcerias das universidades com a iniciativa privada, favorecendo em muito a pesquisa e inovação tecnológica. Muitos outros aspectos da lei são positivos, principalmente a flexibilização da atuação dos professores/pesquisadores fora dos muros da universidade, tirando os mesmos de um certo isolamento. A dinâmica da iniciativa privada deverá revigorar muitos colegas que estão desmotivados. Em termos de ensino, também devemos aproveitar os acordos de cooperação técnica que virão, a partir da nova lei, para envolver a formação dos nossos alunos, visto que os recurso públicos andam escassos.

SG: Como se dá o relacionamento da Comissão Nacional de Cartografia com o curso?

JA: Até esta fase não temos tido qualquer relacionamento. Mas desejamos participar de discussões e apoiar e ajudar a consolidar iniciativas importantes na área, como a Política Nacional de Geoinformação e a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais.

SG: Qual a capilaridade do curso como as outras ciências? Vocês já tem alguma conversa com o pessoal da Geografia, Geologia, Agronomia, Ciências Ambientais ou algum projeto em conjunto?

JA: Atualmente temos maior interação com outros cursos da própria UFRA como Engenharia Ambiental, Agronomia e Engenharia Florestal. Na UFRA brevemente será possível que disciplinas dos outros cursos da UFRA possam ser cursadas por nossos alunos como disciplinas eletivas ou optativas.

Temos ainda a intenção de possibilitar mobilidade acadêmica dos nossos alunos em outras universidades brasileiras e estrangeiras. Neste sentido, firmamos um Acordo Geral de Cooperação Acadêmica entre a UFRA e a ESGT (Ecole Supérieure des Géomètres et Topographes) do Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM) da França. A ideia é permitir a ida de nossos alunos para cursar semestres na França e receberemos os alunos da ESGT para cursarem disciplinas na UFRA. Outra finalidade é o intercâmbio de professores/pesquisadores das duas instituições para ministrar disciplinas e participar de projeto de pesquisa. Esta ultima já foi iniciada desde o ultimo semestre quando tivemos um docente francês ministrando aulas para os nossos alunos.

SG: E parcerias institucionais (publicas e/ou privadas) já estão em pauta?

JA: Como citei anteriormente, esta fase já está em curso na ECA. Entretanto precisamos expandir as parcerias. Enxergamos alguns parceiros como estratégicos para o desenvolvimento e a excelência da formação na UFRA. Parceiros como o INPE, SIPAM, Exercito, Marinha, Governo Estadual e prefeituras são de suma importância para nós. Neste inicio de ano, estabelecemos um Acordo de Cooperação com a 8ª Região do Exército Brasileiro, onde iremos colaborar com o georreferenciamento de todas as Organizações Militares em diversos estados da Amazônia, tendo em contrapartida o apoio logístico e infraestrutura do Exército para o desenvolvimento de Aulas Práticas e Estágios de Campo dos alunos em formação. O Convenio prevê ainda a cooperação e projetos de pesquisa e extensão.

Com a Marinha do Brasil a ideia é termos o apoio dos Engenheiros Cartógrafos do Centro de Levantamentos e Sinalização Náutica da Amazônia Oriental – CLSAOR que poderão ministrar cursos relacionados a Batimetria, Cartografia Náutica e Levantamentos Náutica e Hidrográficos. A intensão é permitir que nossos alunos possam participar de levantamentos embarcados, bem como desenvolver importantes fases de processamento de dados no moderno laboratório do CLSAOR. E outras parcerias deverão vir em breve.

SG: Quais as perspectivas futuras no curso?

JA: Devemos implantar novos laboratórios no curso, garantir uma infraestrutura moderna para ensino, pesquisa e extensão nas áreas de ciências cartográfica, geomensura e geotecnologias como um todo. Outras perspectivas, apos a consolidação do curso de graduação,  poderá ser a implantação do primeiro curso de Mestrado em Ciências Cartográfica e Geotecnologias da Amazônia. Mas esse sonho fica para o futuro. Não custa sonhar, achávamos difícil implantar a graduação, hoje isso é uma realidade.

SG: João, foi um grande prazer poder conversar contigo sobre o curso de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura da UFRA. Quero te desejar ainda mais sucesso nessa empreitada; Te dizer que estamos à disposição sempre, e gostaria que você deixasse suas considerações para o nosso público e para os alunos que já estão cursando, assim como para os que ainda vão entrar.

Desde já eu te agradeço e o espaço está aberto pra você.

JASadeck, agradeço a oportunidade de divulgar para a sociedade o curso de Eng. Cartográfica e de Agrimensura. Sabemos do desafio que assumimos e da responsabilidade por ampliar a formação nesta área do conhecimento. Tal impacto será sentido em breve, principalmente na ampliação de oportunidades profissionais e no usufruto por parte das instituições e da sociedade como um todo, que irá se beneficiar das geotecnologias a da geoinformação nas mais diversas áreas, principalmente no que se refere a conhecer o meio físico amazônico e ajudar no seu desenvolvimento com sustentabilidade.

http://www.graduacaoeca.ufra.edu.br/

https://portal.ufra.edu.br/

* As fotos foram feitas por Kelly Amaral, Jamer Costa e Tássio Cordeiro e cedidas por Thamyres Marques e Tássio Cordeiro, aos quais deixo aqui o meu muito obrigado!

Bem pessoal, espero que vocês tenham gostado dessa conversa com o João, que ela seja uma referência para aqueles que querem ingressar nesse excelente curso e que sirva de um relato histórico dos desafios enfrentados nessa jornada tanto pelos professores quanto pelos alunos. Espero ter mais oportunidades de conversar com outros pesquisadores da área.

Ficou curioso? Quer saber mais? Entre em contato conosco, vamos conversar!

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Responses

  1. Muito orgulho por fazer parte deste curso. As perspectivas são sempre altas quanto a este profissional. Nós realmente temos uma carência absurda de pessoas capacitadas nesta área na nossa região, por isso, acredito, os formandos terão amplas chances de contribuir para aquecer – ou reaquecer – o mercado de trabalho por aqui. Excelente matéria, parabéns e obrigado por ajudar a divulgar nosso curso. A Amazônia só tem a ganhar com isso.

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