Publicado por: sadeckgeo | junho 4, 2008

OpenStreetMap

O projeto OpenStreetMap.org foi desenvolvido para colocar na rede um mapa-múndi a ser usado gratuitamente e complementado pelos usuários – uma idéia análoga à da Wikipédia. Sendo assim, ele permite ao usuário editar, visualizar e usar as informações geográficas de forma compartilhada por usuários do mundo todo usando apenas três ferramentas, um visualizador, um editor online e um editor offline.

Atualmente, o site tem uma comunidade crescente de fãs na Alemanha e em todo o mundo, o projeto tem cerca de 35 mil usuários registrados, informa Frederik Ramm um dos desenvolvedores do projeto. Entre eles, 3.500 participam mensalmente da ampliação da página.

A forma de colaboração é que ainda restringe um pouco o uso para os paises em desenvolvimento, pois para implementá-lo é preciso que o usuário disponha de um equipamento GNSS (Sistema Global de Navegação por Satélite) e acesso à internet. Já para os Países desenvolvidos, principalmente os europeus, como a Alamenha, muitas cidades já possuem bases extremamente densas e precisas.

“Nas cidades grandes, é fácil de achar uns loucos andando por aí com um aparelho GPS”, afirma Matthias Merz estudante de Informática da Universidade de Karlsruhe.

OpenStreetMap

Segundo a FatorGIS Resta saber se o OpenStreetMap vai representar um desafio semelhante à concorrência comercial como, por exemplo, a Wikipédia para a Brockhaus, a tradicional enciclopédia alemã, mas acredito que sua missão seja bem mais difícil, uma vez que seu concorrente direto e nada mais nada menos que o GoogleMaps de uma das maiores empresas da internet, porém Frederik Ramm acredita que ao contrário dos mapas do Google, esses dados são não apenas gratuitos, mas também livres – qualquer um pode utilizá-los como quiser e essa seria a grande arma para concorrer no mercado permitindo a qualquer um retrabalhar os dados.

Esse processo pode ainda ser mais abrangente chegando à níveis de detalhamento altíssimo, como por exemplo, ciclovias e mapas para cadeirantes.

Um projeto para a internet precisa atingir a massa crítica, a fim de ser notado e o OpenStreetMap já chegou a essa massa crítica, o que indica que o projeto tem futuro, segundo Michael Kleinhenz (especialista de informática e co-organizador do DiaLinux).

Esperemos então uma revolução no que diz respeito aos mapeamentos voluntários que podem vim a suprir a necessidade de mapeamentos sistemáticos dos governos. Para saber mais sobre esse assunto dê uma passada no Blog MundoGeo – Vamos mapear o Brasil ? E nos nossos esforços para ajudar essa iniciativa. A baixo alguns links:

Caos cartográfico brasileiro

Padronização Cartográfica – Normas e Especificações Técnicas

Padronização cartográfica – Decretos

Conheça o OpenStreetMap:

http://www.openstreetmap.org/

Por: Luis Sadeck

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