
A limiarização de imagem é um processo que dá suporte a uma grande quantidade de atividades de interpretação de imagem, tanto no que tange a parte de classificação como na de vetorização.
A nova versão (5.2) do SPRING trouxe uma funcionalidade que agiliza o processo de vetorização de cartas topográfica. No vídeo fizemos apenas uma demonstração da ferramenta, mas em seu trabalho você pode usar outras ferramenta do software para escolher o limiar que mais se ajusta ao dado que você precisa extrair da carta. No exemplo usamos a banda do vermelho para extração de drenagem, se você quiser extrair as curvas de nível use a banda do azul, mas lembre-se dependendo da sua imagem essas considerações podem mudar, logo, é fundamental que você faça uma análise prévia para depois aplicar o algoritmo de vetorização.
Grande parte do acervo cartográfico nacional já foi escanerizado e pode ser achado no site http://biblioteca.ibge.gov.br/, você precisará georreferenciar a carta e isso você pode fazer tanto no SPRING quanto em outros softwares.
Georreferenciamento por coordenadas no ERDAS
Depois disso é só seguir o vídeo.
Espero que tenham gostado e que dê bons resultados nos seus trabalhos.









A tendência é que o Spring, com a abertura do seu código, torne-se cada vez mais robusto. Essa função, a vetorização automática, em especial, é uma das novidades nessa versão, é de grande ajuda. Cabe ressaltar que sempre será necessário uma verificação na vetorização resultante para fechamento de polígonos , ajuste de continuidade em linhas , etc.
Parabéns pelo post Sadeck ,você está entre os favoritos de muito aqui no setor de geoprocessamento.
Por: narceliodesa em maio 19, 2012
às 7:13 pm
Obrigado pelas considerações Narcelio.
Acredito, assim como vc, que nossos aplicativos de SIG tendem a ficarem melhores e mais consistentes. Não sei se isso vira por conta da comunidade, que prefere programar para os gringos, mas espero que pelo menos os investimentos ($) em programadores e em códigos seja maior para os nossos SPRING e TerraView.
Um abraço.
Por: sadeckgeo em maio 20, 2012
às 12:34 am
Muito importante as suas palavras Sadeck. São essas considerações, de quem realmente utiliza as ferramentas, que incentiva e faz progredir as mesmas!!
Por: LUCIENE CASADO (@LuVCasado) em maio 23, 2012
às 10:50 pm
Obrigado Luciene,
Realmente só o uso e a troca de conhecimento por fórum e envio de duvidas e sugestões para os desenvolvedores que vai fazer com que o desenvolvimento da ferramenta seja maior.
Um abraço.
Por: sadeckgeo em maio 24, 2012
às 12:40 am
Oi, Sadeck! Muito bom esse post…estou tentando aplicar esse processo em uma imagem segmentada, porém não dá certo. Há outra forma de converter a segmentação em vetor e posteriormente exportar para shapefile, no Spring???
p.s= Concordo com todos os elogios que vc recebeu, sem dúvida o seu blog é um dos favoritos.
Por: Izaura Nunes em junho 8, 2012
às 11:31 am
Olá Izaura,
O que você tem é uma imagem rotulada? Esse produto servirá para que você aplique a classificação por regiões e somente após ter a classificada é que você poderá converte-lá.
Obrigado!
Por: sadeckgeo em junho 8, 2012
às 11:34 pm
Bom dia Sadeck.
Minha pergunta não tem muito a ver com o tema, mas aproveitando:
como faço para saber a qual fuso, ou de onde é a imagem RapidEye pelos seus arquivo de metadados?
Desde já agradeço.
Abraço.
Por: Lucas Kervald em julho 18, 2012
às 9:17 am
Olá Lucas,
Você pode abrir seu arquivo de metadado em um editor de texto e procurar por Spatial Reference, lá você verá um campo chamado projection que lhe informará datum, projeção e zona caso essa seja UTM.
Qualquer coisa estou por aqui.
Um abraço.
Por: sadeckgeo em julho 18, 2012
às 2:30 pm
Olá Sadeck. Este post é muito prático e
educativo. sou usuário Spring e particulamente não sabia desta função, que é muito boa.
Tem como vetorizar somente a hidrografia?
E aproveitando, qual é a vantagem de se usar o gerenciador PostgreSQl no Spring? É que nunca o usei.
Desde já agradeço.
Abraço e parabéns pelas postagens!
Por: Lucas Kervald em julho 18, 2012
às 12:00 pm
Caro Lucas,
Essa é uma função que foi criada e implementada para a versão 5.2.
Para você vetorizar as drenagens você deve escolher a banda que melhor representa ela e depois o limiar que ela está compreendida.
O PostgreSQL é uma dos mais robustos gerenciadores de BD, ele lhe dará uma consistência muito boa no armazenamento dos seu dados além de possibilitar muitas outras funções relacionadas à BDG. Além do mais o kernel ADO (DBase) está sendo descontinuado por conta de sua limitação, sendo preciso migrar para algo equivalente, no caso, o SQLite.
Espero ter ajudado.
Abraço.
Por: sadeckgeo em julho 18, 2012
às 2:40 pm
Obrigado pela ajuda Sadeck.
Qual seria a banda mais apropriada para fazer isto? A do vermelho?
Abraços.
Por: Lucas em julho 18, 2012
às 7:46 pm
Lucas,
É preciso olhar a sua imagem, mas acredito que será melhor a banda do azul.
T+
Por: sadeckgeo em julho 18, 2012
às 8:42 pm
É acho que sim.
É uma carta topográfica do exército mesmo.
Obrigado pela atenção.
Abraço.
Por: Lucas em julho 18, 2012
às 9:11 pm
Material de excelente qualidade. Realmente o Spring é digno de um maior destaque na área de tecnologia SIG, mundialmente falando. Mas com certeza os incentivos e valorização têm de começar aqui no Brasil.
Por: Anderson Medeiros (@ClickGeo) em agosto 8, 2012
às 11:45 am
Sadeck, boa tarde.
Qual a lógica dos valores do limiar na vetorização automática?
Estou com dificuldades para vetorizar as curvas de nivel de uma carta do ibge.
Tenho a imagem em bandas, e tenho uma imagem apenas das curvas de nivel, em preto e branco.
O limiar das imagens em bandas coloridas varia de 0.0 a 240.0.
Já a imagem apenas das curvas de nivel, o limiar varia de 0.0 a 1.0.
Qual limiar devo utilizar e por que você sugere a banda azul?
Você poderia me ajudar?
Obrigado
Por: Luis Paulo Baptista de Oliveira em março 6, 2013
às 5:30 pm